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John nasceu em 1985 numa pequena vila não muito longe de Estocolmo. Devido ao facto de toda a gente na sua família estar de certa forma envolvida na música, não foi grande surpresa quando John começou a dar os primeiros passos musicais no computador Atari do pai.
A sua primeira demo surgiu aos 15 anos, mas não teve grande sorte junto das editoras. A sua segunda demo deu origem a um tema na Route 33 e um 12” na Deep4Life. Mais tarde, John une forças com o seu primo Jesper, e tornam-se numa dupla de respeito a nível internacional.
Pickadoll é o nome da editora de John, e não é uma editora qualquer, já que já conseguiu reunir artistas como Özgur Can, Sebastien Leger, Dada Life, Zoo Brazil, Robbie Rivera, Laidback, entre muitos outros.
Actualmente com apenas 21 anos, John é já considerado como um dos artistas mais promissores de todo o mundo.

Olá John, para todos aqueles que não te conhecem, diz-nos como te iniciaste na produção de música electrónica.
John:
Eu comecei em 1999/2000 após ouvir o álbum “Stockholm” do meu primo Jesper (Dahlbäck). Na altura já tinha a produção musical como passatempo, mas foi após ouvir o álbum que decidi levar mais a sério.

Tens 21 agora correcto? Já produzes música electrónica há algum tempo. É isso que pretendes continuar a fazer para o futuro?
John:
Eu vou estar sempre ligado ao mundo da música de uma forma ou de outra. Se estarei sempre ligado à música electrónica, é algo que não sei responder. Mas continuarei certamente a produzir música.

Desde 2002, altura em que produziste o teu primeiro tema, tu tens produzido faixa atrás de faixa e já possuis uma enorme discografia. Este ano não começou há muito tempo e já lançaste 6 temas. De onde surge toda essa inspiração?
John:
Sempre que eu entro no estúdio não tenho grandes pensamentos na cabeça. Começo a trabalhar num tema e é ai que tudo realmente se inicia. Eu sou rápido, porque na minha opinião a música não é complicada. Se ao fazeres um tema tiveres a tua alma em consideração, isso deverá transparecer até nos temas mais minimais. Eu também quero acabar um tema numa única sessão, enquanto consigo. Não consigo sair do estúdio com um tema inacabado.



Para além da produção e do djing, tens também a tua própria editora. O seu sucesso está bem patente nos seus lançamentos contínuos, mas que artistas ainda gostarias de ver na Pickadoll?
John:
Ultimamente tenho colocado alguns dos meus artistas favoritos na editora, e pretendo continuar a fazê-lo. Tenho algumas fantasias relativamente à participação de artistas na minha editora, Alter Ego é um bom exemplo.

Há quanto tempo estás a actuar como DJ? Gostas tanto como produção?
John:
Estou a actuar há cerca de 2 anos. Adoro tocar os meus temas e ver a reacção da audiência. Mas a produção foi por onde comecei e é a minha grande paixão, embora o djing seja muito divertido.

O que é que o público pode esperar de ti durante a tua actuação na Madeira?
John:
As pessoas podem aguardar temas de qualidade, e se são fans de Jon Dahlbäck deverão ficar contentes com o facto de eu tocar alguns temas que ainda não foram lançados.

Algum tema que tenhas a certeza que vais tocar?
John:
Claro que sim, sempre! Irei tocar os próximos lançamentos da Pickadoll, assim como alguns inéditos meus, isso de certeza.

Nós normalmente perguntamos aos artistas que temas têm preparados para lançar durante o decorrer do ano, mas como os teus lançamentos são constantes, perguntamos-te na generalidade o que tens preparado para 2007?
John:
Acho que terei um grande ano em 2007. Estou muito concentrado no meu trabalho na editora, e o intuito é conseguir lançar grandes temas de grandes artistas através da Pickadoll. A nível mais pessoal, não irei lançar tantos temas como habitualmente, vou estar a trabalhar em coisas mais secretas. Mas tenho grandes planos, vocês irão ver.

08 DE FEVEREIRO DE 2007
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